30
Dez 11

Tirámos o cartão de cidadão dele. Tirámos o passaporte dele, renovámos o dela e os nossos. Marcámos a viagem, pedimos os ESTA para mim e para eles. Preparámos malas para 4, para 10 dias. Partimos no dia 16 de Dezembro com destino a Newark. Foram umas tantas horas passadas em aeroportos, mais 8 horas e picos de viagem mais 1 hora e picos até casa dos primos. Chegámos estafados (isto de viajar com duas crianças, uma delas bebé, tem muito que se lhe diga) mas felizes.

 

Foram 10 dias intensos para ela, de muita informação absorvida, de muitas experiências novas, de muito mimo recebido da madrinha e das primas. O pai mostrou-lhe o seu mundo e ela rendeu-se também aos hot dogs na boca do subway em Manhattan, aos bagels ao pequeno-almoço, às enormes slices de pizza da 30 e até aos pretzel. E à lingua inglesa que a seduziu com novas palavras que ouvia constantemente.

 

Ele, ao contrário dela na primeira vez que lá foi aos 9 meses, não soube lidar com o jet lag e nos primeiros dias andou com os sonos (e o humor) completamente trocados. Estranhou o banho. Apetite não lhe faltou e também se deixou conquistar pelos bagels. 

 

Foi o primeiro Natal dele, o primeiro Natal nosso (e especialemente meu) fora de casa, fora da familia tradicional, fora do nosso país. Eles nem deram por isso. Eu dei. E como...

Comemos bacalhau cozido com couves e broa de milho branco que fiz questão de comprar na pastelaria Riviera em New Jersey. E também bolo rainha que trouxémos de Portugal e empanadilhas de batata doce, que fiz (absoluta) questão de fazer no dia 24.

O Santa Claus passou por lá, comeu as bolachinhas, bebeu o leitinho e deixou presentes. Ela abriu um por um e de entre as últimas novidades americanas, encantou-se no cookie monster que come letras de plasticina ao almoço.  

Ele olhava com curiosidade para tudo e adorou rasgar os papéis coloridos.

 

No dia 26 estávamos de regresso. Nós e 3 malas a mais, carregadas de roupa para eles, presentes do Natal e aqueles tantos outros produtos que fazemos questão de trazer sempre que lá vamos. Aterrámos no dia 27 às 10 e picos da manhã e por volta das 13h e picos estavamos em casa.

 

Ela veio com o mimómetro no máximo, cansada mas muito feliz. Ele também. Nós chegámos cansados, mal dormidos, carregados. (Já) com muitas saudades e, claro, de coração cheio!

publicado por mãe dos dois às 11:36

19
Jul 11

Sou mulher. E esposa. E mãe. E tantas coisas mais que uma mulher pode consegue ser. A aventura da maternidade começou em Outubro de 2007 com o nascimento dela. Foram três anos de mudanças profundas até ao nascimento dele, em Abril de 2011. E, a avaliar por estes primeiros 3 meses, esperam-me esperam-nos novas mudanças... E das boas!

 

Ela é (e sempre foi) uma criança calma. Em bebé nem se dava por ela. Sossegada, tranquila, meiga. Hoje continua (um pouco) assim ainda que a idade já a vá moldando. É teimosa q.b., tem a mania de amuar por tudo e por nada mas é de sorriso fácil e de uma meiguice enorme. 

 

Ele é um bebé relativamente calmo. Está a passar pela terrível fase das cólicas. Não sabe estar acordado durante o dia e leva o tempo todo naquela ladaínha do "tira-me daqui, põe-me ao colo". Fixa os olhos em mim e ali se leva a choramingar todo o tempo. Cansa-me! Mas derrete-me com aquele sorriso de cara cheia e olhos pestanudos brilhantes. 

 

O pai é extremoso e dedicado. Mas passa pouco tempo em casa por conta dos afazeres profissionais. E a mãe irrita-se e barafusta e irrita-se ainda mais e.. e.. acaba por ficar a pensar que não há volta a dar.

 

E assim somos nós.

publicado por mãe dos dois às 15:21
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